ENTREVISTA 19 ALBERTO GARRIDO DIRETOR DE OPERAÇÕES DO GIA GROUP GIA GROUP REFORÇA CRESCIMENTO E APOSTA NA CONSOLIDAÇÃO EM PORTUGAL Alberto Garrido é diretor de Operações do Gia Group desde 2015. Desde que se juntou à empresa, tem liderado o desenvolvimento da estratégia comercial ao lado de Francisco Sanz, fundador da empresa, a quem considera seu mentor e uma figura fundamental na evolução do grupo. A que atribuem o crescimento do Gia Group nos últimos anos? Desde 2015, o Gia Group tem registado crescimentos anuais significativos, com aumentos de 40% e 25%, entre outros. Em termos globais, a empresa aumentou o seu volume de negócios em 985% desde esse ano. Este crescimento resulta de um trabalho contínuo e exigente, centrado na oferta de soluções competitivas ao mercado, com uma relação qualidade-preço equilibrada e um nível de serviço consistente. Ao longo deste processo, a empresa enfrentou diversos desafios, que conseguiu superar, o que evidencia a solidez do seu modelo. Além disso, o crescimento foi impulsionado não só em Espanha, mas também nas filiais em Itália, França e Portugal. Atualmente, a empresa opera em 35 países através de parceiros e distribuidores autorizados. Como tem sido o crescimento do Gia Group em Portugal? Nos últimos dez anos, o Gia Group em Portugal registou um crescimento, passando de 1 milhão para mais de 22 milhões de euros em vendas. Esta evolução reflete a capacidade da empresa de se posicionar no setor da climatização e das águas quentes sanitárias (AQS), assegurando disponibilidade de stock, logística eficiente e atendimento personalizado, tanto no segmento profissional como no retalho. Quais são as previsões para 2026 em Portugal? Com um crescimento de 35% em 2025, em parte associado à taxa de IVA de 6% aplicável a vários equipamentos — desde bombas de calor a aparelhos de ar condicionado —, em 2026, com o IVA a 23%, a empresa prevê concentrar-se na consolidação dos resultados, estimando um crescimento entre 5% e 10%. Que medidas permitirão ao Gia Group continuar a crescer? O crescimento internacional continuará a ser um fator relevante. Atualmente, em mercados como Portugal, as exportações já ultrapassam os 30%, tendência que a empresa prevê reforçar noutros países. Nesta nova etapa, a empresa pretende reforçar a presença no canal profissional, com o objetivo de aumentar o valor e a rentabilidade para os parceiros. Em paralelo, está a desenvolver uma estratégia de assistência técnica orienJoana Peres
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