28 por integrar soluções que conciliem desempenho técnico e sustentabilidade. O responsável sublinha a importância de acelerar a adoção de soluções energeticamente eficientes em contexto de obra e manutenção. Entre as principais vantagens das soluções apresentadas destacam-se a redução de emissões, a diminuição do ruído e a melhoria das condições de segurança em obra, nomeadamente pela eliminação de combustíveis e pela simplificação logística. A disponibilização das soluções em regime de renting surge como uma das vias para facilitar a sua adoção. BENITECA APOSTA NA RESPOSTA À FALTA DE MÃO DE OBRA TÉCNICA A Beniteca participou pela primeira vez na Tektónica, com o objetivo de reforçar a sua presença no mercado e alargar a rede de contactos no setor das instalações técnicas. Segundo Hugo Silva, diretor geral e cofundador da Beniteca, as expectativas para esta estreia são moderadas, mas com perspetivas positivas. “É o primeiro ano que cá estamos, no entanto estamos com a perceção de que vamos ter aqui muitos contactos”, afirmou, destacando a importância da feira para aumentar o portefólio de clientes e estabelecer novas parcerias. Com cerca de um ano e meio de atividade, a empresa posiciona-se como resposta a uma necessidade crescente do mercado. “Conseguimos responder às necessidades do mercado devido à falta de mão de obra e de serviços técnicos”, explicou. A atividade da empresa centra-se na disponibilização de técnicos especializados, que podem ser subcontratados por outras empresas. “Já temos serviços especializados”, referiu, destacando a capacidade de resposta num contexto em que a escassez de profissionais é um dos principais desafios do setor. ASPILUSA DESTACA VENTILAÇÃO E PRODUÇÃO NACIONAL NA TEKTÓNICA A Aspilusa apresentou na Tektónica soluções centradas na ventilação e climatização, com destaque para os sistemas de ventilação mecânica controlada (VMC), num contexto em que estes equipamentos assumem crescente relevância nas novas construções. Em declarações, Carlos Meliço, da empresa, explicou que “o que trouxemos foi essencialmente agora a questão da ventilação do VMC”, sublinhando a aposta recente nesta área. A Aspilusa está a trabalhar com uma marca polaca, que representa “há mais ou menos dois anos”, destacando a qualidade dos equipamentos e a sua adequação às exigências atuais do mercado. “É um produto que é essencial para as novas construções”, afirmou. Com 25 anos de atividade, assinalados em 2026, a empresa mantém como principal foco a aspiração central, área onde se posiciona como fabricante nacional. “Somos um fabricante português, a injeção, os moldes é tudo feito aqui na zona do norte do país”, referiu. Além da ventilação e da aspiração central, a Aspilusa aposta também noutras soluções, como o piso radiante elétrico, desenvolvido em parceria com uma marca finlandesa. “Trabalhamos há cerca de 15 anos com piso radiante elétrico, com um cabo com muita qualidade”, indicou. Relativamente ao desempenho da empresa, Carlos Meliço destaca um ano positivo, impulsionado pela introManuel Dentinho, Hugo Silva e Ricardo Antunes da Beniteca. Paulo Pimenta, manager da Pretensa (à esquerda) e outros membros da empresa.
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